Nossa última aventura no quesito degustações de cervejas foi com alguns rótulos chilenos, trazidos pelo nosso confrade Paulo (@emporioap), para todos os membros da Confraria Cervejeira Paulistana.
Dessa vez não vou pontuar uma por uma, até porque acabei indo de última hora nessa degustação, fui meio despreparado. Mas no geral, as brejas são boas, eu diria que todas medianas, algumas boas. Valeu a experiência, principalmente a de experimentar (E ODIAR) a Brahma Stout, vendida lá em latinha.
Essa recomendação eu deixo para vocês: Degustem esses rótulos chilenos, mas não se arrisquem na Brahma, é tipo uma cerveja porter misturada com malzbier, meio nojenta…
Na minha opinião, as melhores chilenas dessa leva degustada foram as Tubinger e a Colonos.
Hoje teremos uma degustação TOP de belgas, todas raras e indisponíveis aqui no Brasil. Aguardem o post da semana que vem!!!
Lembram que eu comentei no post do 5° Encontro Nacional de Cervejas Artesanais que depois eu ia falar do BierKeller? Pois aqui vamos nós.
Na verdade eu não sei bem como descrever essa experiência, só digo uma coisa a você caro leitor: coloca isso no TOP5 da sua lista “O que fazer antes de morrer”, é isso mesmo, é passagem obrigatória conhecer lá. Só resta saber se você vai entrar hahah. Como assim resta sabe se vou entrar?!
Bom, a história é a seguinte: Vitório e sua esposa só abrem a porta do BieKeller para conhecidos. Mesmo que você saiba que lá funciona um bar (ou pub, ou clube privado, ou sei lá o que, pois ainda não sei definir o que é) e diga que quer entrar, você pode ser negado e ficar para fora. Não tem nem faixada para você ter noção. E a porta de madeira possui uma tranca de digital, fora a janelinha que eles abrem para atender a campainha e fazer a “triagem”.
Além de fazer parte da história e da magia do BierKeller, isso nada mais é que segurança, pois segundo Vitório se ele abrir a porta para qualquer um, dá brecha para a falta de segurança de sua família, já que ele mora lá.
Bom, gastei uns 30 minutos conhecendo o local e conversando com o Vitório, demos sorte e tivemos esse privilégio, já que chegamos antes das 19h lá, estava vazio ainda. Depois das 21h parecia um formigueiro lá, acho que até o Vitório não esperava tantas pessoas.
Depois disso o jeito foi aproveitar todo o ouro que tinha disponível né?! Vou continuar mantendo a curiosidade de vocês, para verem as fotos dessa aventura sem preço, acessem nossa galeria de fotos do BierKeller, lá no Flickr.
Tá bom, vai, na verdade, para instigar ainda mais vocês segue uma prévia:
DICA: Se forem lá, não deixem de degustar essa breja da Anner, que se chama Maria Degolada. É uma Triplel sensacional, está entre as melhores brejas que eu já tomei. E ela só é vendida lá no BierKeller, pois foi feita “sob encomenda”, inclusive o nome foram eles que deram à essa maravilha.
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Afinal o que é essa caravana???
Lembram que no final do mês de abril estava
rolando a feira Restaubar, aqui na capital paulista? Pois então, a história começa ai, ou um pouquinho antes…
As micro cervejarias Colorado, Bamberg e Falke Bier participaram da feira e resolveram fazer algo inusitado, uma caravana. A idéia veio de Marcelo Carneiro (Colorado) ao visitar uma feira no exterior.
Assim que voltou para o Brasil, um pouco antes da Restaubar, teve a idéia de alugar um ônibus (junto com a Bamberg e a Falke), convidar 40 pessoas que estavam na feira, na noite do dia 27/04, e levá-las para bares onde seriam degustadas cervejas raras.
A primeira parada foi no bar PJ Clarkes, localizado no Itaim. Nele a degustação foi das americanas Brooklin Brewery, acompanhadas de mini-hambúrguers.
A segunda parada foi no Empório Alto de Pinheiros. A degustação eu diria que foi raríssima, pois serviram a “Vivre”, da mineira Falke Bier, acompanhada de mini-kaftas. Essa cerveja é muito rara porque não está à venda e possui uma história por trás. Uma das levas da produção da Falke Monasterium saiu “errada”. Marco Falcone (Falke Bier), ao invés de jogar fora, resolveu guardar por alguns anos. Mais ainda, adicionou jabuticaba à mistura. O resultado é sensacional!
Agradeço a Deus por ter degustado essa cerveja em oportunidade talvez única!
A terceira parada foi no Melograno Forneria, na Vila Madalena. Lá degustamos chop Rauchbier, da Bamberg, acompanhada de provoleta.
E por fim e não menos importante, a Caravana da Cerveja Rara encostou no Asterix, próximo à Paulista. Nessa parada degustamos mais uma cerveja que ainda não ocupa as prateleiras dos pontos de venda: A ilustre Colorado Vintage Black Rapadura, acompanhada de queijo holandês Old Dutch Master com molho italiano balsâmico.
Foi uma noite inesquecível. Nós estávamos lá e as fotos garantem, ACESSEM JÁ a galeria de fotos desse evento no nosso Flickr!